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Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

Os Miseráveis. (1)

08.02.16, a dona do chá
Então, vamos finalmente falar sobre Os Miseráveis? De uma forma geral... Victor Hugo arrasou comigo. Literalmente. Elevou de tal forma a fasquia que fui perseguida por uma vontade de voltar a classificar todas as leituras feitas anteriormente. As pessoas que me cercam foram massacradas pelo meu entusiasmo durante a leitura desta obra. Não conseguia falar de (...)

Leituras de Janeiro.

08.02.16, a dona do chá
Na primeira quinzena do ano terminei a leitura de "Os Miseráveis" e tenho a dizer que foi INCRÍVEL. Tenho andado a "rascunhar" um texto sobre a obra mas tem sido difícil colocar em palavras a experiência de leitura deste livro que, sem sombra de dúvida, foi o melhor que eu li até hoje. Como falar de algo que é perfeito? A minha opinião diante deste livro parece ser algo minúsculo e insignificante. E o "pós-leitura" de "Os Miseráveis"...? Como conseguiria ler algo que chegasse (...)

(...)

08.01.16, a dona do chá
"Entretanto, nada de descanso, nada de hesitação, nada de tempo de espera na grandiosa marcha dos espíritos para a frente. A filosofia social é essencialmente a ciência da paz. Tem por fim e deve ter como resultado, a dissolução das cóleras pelo estudo dos antagonismos. Examina, investiga e analisa; depois recompõe. Dirige-se pelo caminho da redução, suprimindo de tudo o ódio."   Victor Hugo, Os Miseráveis

(...)

08.01.16, a dona do chá
"O desenvolvimento intelectual e moral não é menos indispensável do que o melhoramento material. Saber é um viático, pensar é de primeira necessidade; a verdade é tanto alimento como o pão. Uma razão, em jejum de ciência e de saber emagrece. Lastimemos, do mesmo modo que os estômagos, os espíritos que não comem. Se há alguma coisa mais pungente do que um corpo agonizante por falta de pão, é uma alma morrendo à fome de luz. (...) Nós que cremos o que podemos temer? As (...)

Lendo Os Miseráveis. (3)

07.01.16, a dona do chá
Escolha o meio adequado de leitura. Na altura em que comprei o livro de Os Miseráveis não havia muito por onde escolher. Basicamente, era publicado pela Europa-América. Entretanto, encontrei uma edição da Mel Editores e foi esta que adquiri. No Brasil, algumas editoras fazem a edição em dois volumes e talvez seja uma boa opção porque realmente o livro é volumoso.  No dia-a-dia de leitura constatei que somente com o livro físico a leitura não rendia adequadamente. Eu já (...)

Lendo Os Miseráveis. (2)

07.01.16, a dona do chá
Se for ler este livro, dedique-se só e unicamente a esta leitura. A minha experiência com este livro tem sido bem diferente das leituras que habitualmente faço. Isto porque porque tenho a tendência para ler mais de um livro ao mesmo tempo. Raramente leio só um. A única explicação que encontro é que gosto de alternar livros quando estou a ler. Então, isto se tornou um percalço quando comecei a ler Os Miseráveis. Comecei em fins de Junho e enquanto lia tudo corria bem, mas (...)

Lendo Os Miseráveis. (1)

07.01.16, a dona do chá
Desde 2012 que cultivava a vontade de ler Os Miseráveis. Sempre gostei desta história (que conheci através de série televisiva e de filmes) e também da banda sonora do musical. Então, quando veio ao meu conhecimento em 2012 de que seria lançado um filme/musical sobre a obra, a vontade voltou em força. Planeei ler a obra antes da estreia do filme, o que não consegui cumprir. Acabei por ir ver o musical no dia do meu aniversário em 2013 (e amo esse filme!) e o livro foi ficando de (...)

(...)

15.12.15, a dona do chá
Todas as vezes que uma força imensa se expande para chegar a uma imensa fraqueza, o homem involuntariamente é levado a meditar.   Victor Hugo, Os Miseráveis

(...)

15.12.15, a dona do chá
As nossas alegrias são sombra; o supremo sorriso só a Deus pertence. (...) Quereis explicar-vos o que é a revolução, chamai-lhe progresso; quereis saber o que é o progresso, chamai-lhe Amanhã. Amanhã leva irresistivelmente a cabo a obra começada hoje. É extraordinário, mas nunca deixa de chegar ao seu fim.   Victor Hugo, Os Miseráveis.

Sombria coisa.

29.09.15, a dona do chá
A consciência é o caos das quimeras, das ambições e das tentativas, é a fornalha dos sonhos, o antro das ideias vergonhosas: é o pandemónio dos sofismas, o campo de batalha das paixões. Penetrai, em certos momentos, através da face lívida de um ente humano absorvido pela reflexão e olhai para além, observai-lhe a alma, contemplai-lhe a escuridão. Há ali, sob a superfície límpida do silêncio exterior, combates de gigantes como em Homero, brigas de dragões, de hidras, e (...)