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Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

(muito menos)

12.11.11, a dona do chá
teus olhos. teus doces olhos. teus olhos que não encontram poiso. teus olhos que não enxergam mais. 

(semibreve)

12.09.11, a dona do chá
[ Pense: Nem tudo o que se lê é auto-biográfico. Nem tudo o que se escreve é ficção. ]

(coordenadas)

28.12.10, a dona do chá
afasta. corre. vê. não vê. não entende. sente e não quer sentir. não sente e não compreende. escurece. esfria. horas que voam. horas que não voltam. será lua, será sol, será horizonte? olhos que doem. olhos que salgam. o mundo está demasiado longe do coração. o sentimento inexiste. a ilha é a ilha. a ilha é o lugar. a ilha é o ponto exacto no mapa. e o mapa,  este,  não contém coordenadas. uma ausência de direcção. se fosses barco saberias o que isso significa.  (...)

(maravilhosa)

22.12.10, a dona do chá
O dia foi lento. A lembrança dela tem me acompanhado. Tem estado comigo. Tenho pensado bastante nela. Cada vez mais. Soa-me a sua gargalhada. Parece que ainda ouço as suas palavras. É estranho, é muito estranho. Não entendo muito isto da ausência. Farto-me de escrever sobre isto. Sobre este efeito da passagem do tempo. Parece que foi ontem. Parece que foi há um século. Parece que nada aconteceu. O peso do facto  permanece. Parece que vejo-lhe os olhos. Atentos e inteligentes. (...)

(certezas - para já )

11.12.10, a dona do chá
Neste blogue, este ano, não encontrará imagens alusivas a quadra em vigor. Já tentei ser mais flexível, mas chega uma altura que o que tem de ser, tem de ser. E, para já, o Natal não desperta em mim qualquer tipo de emoção.

( Um abraço cheio de nada )

25.10.10, a dona do chá
Um abraço. Um abraço para transmitir solidariedade. Um abraço para transmitir carinho. Um abraço para transmitir amizade. A dimensão de um abraço não se esgota na extensão de um braço. A capacidade de abraçar não é unicamente física. Num abraço colocamos um pouco de alma. Quando abraçamos estamos a indicar que os nossos ombros estão dispostos a recolher as lágrimas e a proteger a pessoa dos olhares indiscretos. Um abraço contém  a circularidade dos  afectos. Abrigamos (...)