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Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

(...)

12.02.04, a dona do chá
« viver é ter o tempo na mão e o tempo ser a entretecer as teias da razão um punhado de lume na palma da mão - quando nela olhamos a semente e o fruto a teoria e a prática da libertação » José Manuel Mendes, "Viver", Salgema.

Ler um poema enquanto o sono não chega. (2)

27.11.03, a dona do chá
« a chuva viaja no olhar um momento imóvel sobre o rio; dos ombros desertaram as aves a tarde dói: ácida e fria outro tempo marulha na espiga morna das palavras: uma festa dentro da cidade; outro tempo de férteis percursos fecundado agora a noite traz a harmonia do teu rosto; deixa-o assim: a florescer na água do poema como trigo. » José Manuel Mendes

Nocturno.

24.09.03, a dona do chá
«lá fora, noite pasmada. a lua, crescente aloirado, boia numa película sedosa. ouve-se o mar: discreto e íntimo como certos rumores de sonho»  José Manuel Mendes