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Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

(partilhas)

16.11.11, a dona do chá
Ontem, recebi um email de uma pessoa querida deste mundo virtual dos blogues. Ela partilhou comigo este texto (que abaixo transcrevo). Emocionou-me porque me revi em cada palavra. Emocionou-me o gesto dela. Obrigada, Paula.      "Também escrevo para escapar à realidade dos dias, ao cinzentismo da profissão e à formalidade emproada do mundo em que me movo. Escrevo para infantilizar as horas e colorir a existência. Escrevo porque me recuso a ceder à ideia de que só as (...)

(Joanatê)

10.11.11, a dona do chá
    A minha querida amiga Joana está com blogue novinho em folha :) Antes tínhamos juntas o Rarefeito mas, finalmente, ela está a dar um passo além. Estou extremamente feliz por vê-la crescer na actividade do artesanato e por poder testemunhar a divulgação do seu trabalho.  Para além de ser uma pessoa linda, doce e delicada; possui este bom (...)

( aromas e paris )

12.09.11, a dona do chá
Ontem, no encontro virtual do Clube de Leitura Jane Austen, as opiniões estiverem ao rubro. O livro discutido foi "O Perfume" de Patrick Süskind.  Eu particularmente fiquei decepcionada. Todas as pessoas que eu conheço que leram o livro, adoraram. Fiquei absolutamente desconsolada. As minhas expectativas estavam elevadas. Diante dos meus olhos, surgiram as primeiras páginas e parecia-me que a história seria realmente (...)

(Crónicas do Rio 1)

17.11.10, a dona do chá
Olho para ele, do outro lado. Um vidro, um brilho, uma estranha e nova distância. Ouvir-lhe a voz e vê-lo ao longe causa-me um novo tipo de vazio. Como se me arrancassem algo e eu sentisse o vento a trespassar-me. Reuno os meus pensamentos e desencontro-me de mim mesma. Afastar-me dele, mesmo que temporariamente, é entrar neste lugar de ausência.   Levanto e caminho, então.   O balanço aéreo incomoda-me como uma suspeita de naúsea e como um sintoma de medo. Os argumentos (...)

(intensidades sucessivas)

20.10.10, a dona do chá
"Leste o meu coração? Não leste?" - questiona-me ela. Não é o coração feito desta matéria absurdamente intrigante (?): sentimentos, emoções, pensamentos, brilhos e faíscas. O coração, muitas vezes, trai os olhos. Os olhos revelam-se e o coração dilata-se. Este órgão de fogo e de intensidades sucessivas! Amiga, não nos lemos uns aos outros?

(moroccan rose)

28.09.10, a dona do chá
Uma semana dedicação. O tempo passou a voar. Escapou-se-me. Eu queria tanto agarrá-lo com as duas mãos. Eu queria tê-lo junto a mim com o valor de perdurar os momentos vividos. Estar com quem se ama invoca a questão da durabilidade do tempo e os seus hiatos de ausência. Esta última, devo precisar, acaba por ser inevitável. É o que sentimos após a partida: a ausência. A nostalgia de recordar bons momentos, de rir em conjunto e de partilhar sentimentos. Mas tudo tem uma duração (...)

(papel pardo)

07.09.10, a dona do chá
O envelope em papel pardo. O envelope com a dimensão de um abraço. O envelope contendo um gesto de amor. Os olhos que enxergam e não acreditam. Mas é verdade. O amor realmente surge de forma inesperada. Os olhos sentem o salgado gosto da emoção.  

( a lógica do lucro )

20.04.10, a dona do chá
Noutro dia, uma amiga falava-me de como queria encontrar dois livros - "O Monte dos Vendavais" e "Orgulho e Preconceito" - com um encadernamento à moda antiga e que não encontrava. Eu fiquei a pensar no que ela me disse e tive de concordar. Já repararam que, especialmente nos clássicos, é difícil encontrar uma edição decente? Os livros clássicos que eu tenho ou foram comprados em sebos/alfarrabistas ou são daquelas publicações de bolsos com letras minúsculas. Será que as (...)