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Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

(Joanatê)

10.11.11, a dona do chá
    A minha querida amiga Joana está com blogue novinho em folha :) Antes tínhamos juntas o Rarefeito mas, finalmente, ela está a dar um passo além. Estou extremamente feliz por vê-la crescer na actividade do artesanato e por poder testemunhar a divulgação do seu trabalho.  Para além de ser uma pessoa linda, (...)

O Porto Inspira-me

19.08.11, a dona do chá
Invulgarmente, neste fim-de-semana, fizemos um passeio com os meus padrinhos e com a minha prima E. Estivemos, eu e o G., a mostrar a Baixa do Porto e a zona da Ribeira. Esta paisagem sempre me tira o fólego... O Porto é uma cidade lindíssima!           (...)

(ESPERO SEMPRE POR TI)

23.03.11, a dona do chá
abro as janelas para receber a estação. o ar aquece, as cores vibram e o céu mais azul do que nunca. abro o coração para abraçar as várias tonalidades e os diferenciados aromas. abro as janelas para deixar o sol alcançar cada palmo do chão e aquecer as paredes da casa. estendo a roupa no varal e aspiro o cheiro quente e húmido da brisa. as pessoas parecem sorrir mais. elas reconhecem o momento. recebo a minha querida primavera com os olhos claros e límpidos e digo-lhe: porque (...)

( animação )

31.01.11, a dona do chá
        Comecei o dia a pesquisar vídeos de animação. A páginas tantas, encontrei este vídeo e achei uma delicadeza. Comecei bem o dia.

( espécies raras )

16.09.10, a dona do chá
Secam-se as palavras na garganta. Sílaba por sílaba, entaladas. Sufoca-se a cada letra. A impossibilidade de verbalização é desértica. A impossibilidade de se fazer entender é opressiva. A impossibilidade de se ser, de expandir-se. Há uma ruptura em pequenas partículas de racionalidade o que afasta qualquer possibilidade de coesão dos sentimentos. As palavras fogem com a velocidade do incêndio. Queimam-se ideias, arrasam-se vidas e dizimam-se imensidões. O incêndio alastra-se (...)