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Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

( Chego aos 35 )

06.01.11, a dona do chá
Chego aos 35 anos ainda meio tonta, meio sem acreditar. Nunca me imaginei com 35 anos e ainda a ter um coração que bate com a mesma intensidade dos 15 anos. Chego aos 35 anos desperta para a realidade que me cerca. Consciente de que tenho algo em mim que faz sentir tudo com grande paixão e intensidade. Chego aos 35 anos com mais sede de viver. Com os olhos repletos de capacidade de deslumbramento. Chego aos 35 anos a tentar deixar para trás o que não interessa e a buscar sempre o que (...)

(borboletas na barriga 2)

06.10.10, a dona do chá
conhece bem este velho gosto do inusitado. de não saber o que lhe está reservado. este desafio de dar um passo no escuro. de olhar em frente, de ver e, finalmente, de entender.

( o homem que quer chegar aos 100 anos )

30.09.10, a dona do chá
O meu pai hoje completa 75 anos de vida.   Em diversos momentos, ao longo deste ano e do anterior, eu me questionei se isto seria possível. Se ele viria a completar mais um ano de vida. No ano passado, estive concentrada em lutar pelo seu estado de saúde e por cuidar dele. Foi um ano difícil. Um tempo de restrições e questionamentos. Um tempo de ver em prova os meus limites enquanto pessoa. Desci fundo. Desci ao ponto de esquecer quem eu sou. Desci ao ponto de duvidar e questionar (...)

(papel pardo)

07.09.10, a dona do chá
O envelope em papel pardo. O envelope com a dimensão de um abraço. O envelope contendo um gesto de amor. Os olhos que enxergam e não acreditam. Mas é verdade. O amor realmente surge de forma inesperada. Os olhos sentem o salgado gosto da emoção.  

Coração agradecido.

29.12.03, a dona do chá
Não posso deixar de expressar o meu agradecimento à todos que transmitiram uma palavra de solidariedade e carinho durante este período difícil. Amigos reais e familiares (que sei que lêm estas linhas), amigos virtuais (sim, é verdade que também nos afeiçoamos através deste meio) e mesmo alguns desconhecidos que por aqui passaram. Pessoalmente, através de email, carta, mensagem de telemóvel, de outras pessoas, por telefone, o apoio chegou até ao meu coração. Quero deixar aqui (...)

A cada dia.

29.12.03, a dona do chá
 « (...) assim como o Senhor  alimenta as aves do céu veste os lírios dos campos, de beleza e esplendor Ele cuida as nossas vidas, supre as necessidades a cada dia, a cada manhã. » A Cada Manhã, Asaph Borba