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Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

( Sense and Sensibility Brasil-Portugal – parte I )

02.05.11, a dona do chá

Este tempo de leitura, análise e reflexão das duas traduções de "Sense and Sensibility" ( "Sensibilidade e Bom Senso" | tradução Maria Luísa Ferreira da Costa e "Razão e Sentimento" | tradução Ivo Barroso)  tem sido intenso. Na realidade, eu sei que há várias diferenças na expressão do português no Brasil e em Portugal mas identificá-las e procurar compreender as opções de cada tradutor é  fascinante. Esta aventura ainda é mais fascinante porque implica reflectir sobre o estilo de escrita do autor - no caso Jane Austen - e a forma como cada tradutor trata deste mesmo estilo. É transparente para mim que, apesar de serem duas traduções na mesma língua e de uma mesma obra, elas são muito diferentes. O facto de eu não entender absolutamente nada sobre tradução cria em mim um desejo reforçado de compreensão.

O percurso que estou a fazer da Leitura Comparada e a toda a programação que estou a desenvolver do Bicentenário de Sense and Sensibility é um percurso conjunto. Foi um desafio/convite que a Raquel Sallaberry do Jane Austen em Português me fez e que tem sido extremamente enriquecedor. Nós duas estamos a fazer esta viagem juntas no pensamento e separadas pela distância. Ela no Brasil e eu aqui em Portugal. Tem sido uma agradável e aliciante viagem pelas palavras de Jane Austen.

Os textos resultantes do desafio eu tenho publicado no Jane Austen Pt, blogue criado pela Clara Ferreira, no qual eu participo também. Já lá vão 38 posts sobre o Bicentenário e penso que ainda virão muitos mais. Quanto mais leio, maior se torna a minha fascinação, vontade de entender e desejo de partilhar.

 

Deixo-vos, novamente, os links dos textos se quiserem confirmar as nossas conclusões sobre a Leitura Comparada:


Os meus textos

 Sense and Sen­si­bi­lity em Por­tu­gal 200 anos depois – I

O tra­du­tor visto por uma leiga


Os textos da Raquel

Lendo Sense and Sen­si­bi­lity no Bra­sil 200 anos depois – I

A idade de Mari­anne Dashwood