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Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

Chá de Menta

I am half agony, half hope | Jane Austen

23.11.12

(not over you)


a dona do chá

"If you asked me how I'm doing
I would say I'm doing just fine
I would lie and say that you're not on my mind
But I'll go out and I'll sit down
At a table set for two
And finally I'm forced to face the truth
No matter what I say I'm not over you (...)"

Gavin Degraw

23.11.12

("memorizar-te os dedos")


a dona do chá

"(...) Novembro é o mês certo para te segurar nas mãos, memorizar-te os dedos para nunca mais esquecer. Temos os nossos segredos, vivemo-los. E, numa hora que escolhemos juntos, despedimo-nos sem medo. Teremos amanhã, teremos a próxima semana e o próximo ano mas, mais ainda, temos agora, este preciso momento em que estamos tão vivos.(...)"


As nossas sombras a namorarem em Lisboa | José Luís Peixoto

21.11.12

(ouço, incessantemente)


a dona do chá

"(...) And it's dark in a cold December, but I've got ya to keep me warm
and if you're broke I'll mend ya and keep you sheltered from the storm that's raging on (...)"

"(...)I'm out of sight, I'm out of mind I'll do it all for you in time
And of all these things I've done I think I love you better now"

Lego House | Ed Sheeran 

 

21.11.12

(o prazer e o poder de leitura)


a dona do chá

(retirado daqui)

A aproveitar esta fase maravilhosa de leituras.

Um livro é uma janela aberta. Um mundo paralelo. Uma realidade que abraço com entusiasmo. Ler retira o grande peso que a realidade impõe. Ler nunca decepciona mesmo quando se trata de um livro decepcionante. Ler confere asas invisíveis e uma força que não sabemos bem de onde vem.

A verdade é que ler é fundamental para exercitarmos a habilidade de pensar e reflectir. Isto traduz-se em poder. O mundo seria aquele em que as pessoas acreditassem nisso, de que o poder está no conhecimento.

21.11.12

(sensacionalismo)


a dona do chá

Eu não percebo muito bem o que a publicação de imagens sensacionalistas de crianças brutalizadas, doenças raras e abortos no facebook tem por finalidade.

Mostrar-nos piedosos? Sensíveis? Sensibilizar? Alertar? Denunciar? 

Não percebo muito bem.

Acaso não sabemos que o mundo é este lugar estranho em que amor e ódio, beleza e violência, convivem bem perto?

Acaso não sabemos?

Acaso não sabemos que a violência persiste tantas vezes por detrás de um sorriso?

Sei que quem publica tais fotos talvez tenha a intenção de demonstrar a sua revolta mas, confesso, desgosto de tal prática.  Pressinto um toque de prazer mórbido. 

 

13.11.12

(de vez em quando esbarro na perfeição)


a dona do chá

i carry your heart with me(i carry it in my heart)

e.e. cummings

i carry your heart with me(i carry it in
my heart)i am never without it(anywhere
i go you go,my dear;and whatever is done
by only me is your doing,my darling)
                                                      i fear
no fate(for you are my fate,my sweet)i want
no world(for beautiful you are my world,my true)
and it’s you are whatever a moon has always meant
and whatever a sun will always sing is you

here is the deepest secret nobody knows
(here is the root of the root and the bud of the bud
and the sky of the sky of a tree called life;which grows
higher than soul can hope or mind can hide)
and this is the wonder that's keeping the stars apart
i carry your heart(i carry it in my heart)

12.11.12

( covers e a originalidade 2 )


a dona do chá

Walk off the Earth, outro grupo que eu descobri de covers quando andava a ver versões de "Somebody that i used to know" do Gotye. Este grupo impressionou-me ao máximo. Versões divertidas e originais. E, simplesmente adoro a forma como desconstroem e reinterpretam as músicas.

 

Neste caso, tenho versões predilectas:

 

Little Boxes

 

Payphone:
The Edge of Glory:

12.11.12

( covers e a originalidade )


a dona do chá

Tenho desenvolvido quase que uma paixão por procurar versões covers de músicas que eu gosto. Este exercício tem sido muito bom porque tenho encontrado projectos e bandas muito interessantes. Uma das coisas que mais me fascina na música, para além da poesia de letra, é a forma como um músico reinventa a sonoridade e interpretação de uma canção conhecida. Convenhamos, se tivermos uma boa voz não será difícil cantar uma música conhecida. Mas reinventá-la e colocar o seu cunho pessoal, é outra história.

 

A primeira banda que chamou-me a atenção foram os Boyce Avenue. São tantas as versões que eles fizeram que me apaixonaram que não consigo eleger uma. Vou colocar um vídeo de uma música mas vale a pena conhecer todas as versões.