- 1 de Novembro de 2005 -Este dia não poderia ter acordado sem chuva. Um dia pode ser da dimensão de uma saudade, de uma ausência. Mas esta dimensão se prolonga por todos os dias. Todos os dias.
Ver as letras a formarem o teu nome e colocar os nossos corações em forma de flores alí no marmore frio não diminuiu a nossa dor. Um coração ferido, por vezes, vê as suas feridas (re)abertas. Porque não nos imaginávamos num local destes tão cedo. Porque não suportamos a tua ausência como aparentamos.
Como disse o teu filho: tu eras a nossa fonte de humanidade e de equilíbrio.
Eras a nossa alma.